Sem barreiras na maneira de pensar
Que as palavras são pontes a atravessar
Kumpania Algazarra
domingo, 3 de fevereiro de 2008
Música Tradicional Irlandesa
Basicamente este post recorda o reconhecimento e a agraciação do Presidente Sampaio a alguem que, apesar de nao abdicar do luxo nem fazer pseudo votos de pobreza, aproveita a sua dimensão para ajudar os outros.
3 comentários:
Anónimo
disse...
O facto de sir Bono vestir sempre roupas de alta costura avaliadas em milhares de dolares, desenvolver concertos megalomanos, viver no que se poderá considerar "á grande e á francesa", nada tem a ver com fazer caridade. O homem pode gozar extravagantemente dos seus rendimentos, não é obrigado (nem judicialmente nem moralmente) a doar enormes quantias para causas de grande necessidade, eu própria aprenderia a ser egoista! Mas, aínda bem que existe algo que se chama "marketing", algo que é usado, no caso da marca u2, e que desnvolve um esquema muito interessante e que eu costumo promover no dia a dia (não monetariamente, mas com o melhor sorriso que possa fazer): ganham todos, ficam todos felizes e contentes! E quanto ao luxo de que os u2 nao abdicam...de certeza que a quantia gasta neles não mudaria o mundo...
Aí estão os U2. Aí está o Sir, aquele tipo de chapéu de palha e óculos de sol. Aí está uma grande banda e junta à grande música, uma grande forma de estar na vida. Estes são exemplos de pessoas socialmente activas, não em futilidades do jet-set, mas sim e assuntos de relevo em termos sócio-culturais.
Embora, chapéus haja muitos, este éspecial. Tem classe!
Os luxos de que eles não prescindem não têm nada a ver com as campanhas solidárias que desenvolvem, é um direito deles. Importante é que além do dinheiro que gastam consigo próprios conseguem desenvolver importantes ajudas aos países sub-desenvolvidos, se essas ajudas são bem aplicadas por esses países eles nada podem fazer. Estiveste muito bem em falar dos pseudo votos de pobreza, há muito disso por aí.
3 comentários:
O facto de sir Bono vestir sempre roupas de alta costura avaliadas em milhares de dolares, desenvolver concertos megalomanos, viver no que se poderá considerar "á grande e á francesa", nada tem a ver com fazer caridade.
O homem pode gozar extravagantemente dos seus rendimentos, não é obrigado (nem judicialmente nem moralmente) a doar enormes quantias para causas de grande necessidade, eu própria aprenderia a ser egoista!
Mas, aínda bem que existe algo que se chama "marketing", algo que é usado, no caso da marca u2, e que desnvolve um esquema muito interessante e que eu costumo promover no dia a dia (não monetariamente, mas com o melhor sorriso que possa fazer): ganham todos, ficam todos felizes e contentes!
E quanto ao luxo de que os u2 nao abdicam...de certeza que a quantia gasta neles não mudaria o mundo...
Aí estão os U2. Aí está o Sir, aquele tipo de chapéu de palha e óculos de sol. Aí está uma grande banda e junta à grande música, uma grande forma de estar na vida. Estes são exemplos de pessoas socialmente activas, não em futilidades do jet-set, mas sim e assuntos de relevo em termos sócio-culturais.
Embora, chapéus haja muitos, este éspecial. Tem classe!
Os luxos de que eles não prescindem não têm nada a ver com as campanhas solidárias que desenvolvem, é um direito deles. Importante é que além do dinheiro que gastam consigo próprios conseguem desenvolver importantes ajudas aos países sub-desenvolvidos, se essas ajudas são bem aplicadas por esses países eles nada podem fazer.
Estiveste muito bem em falar dos pseudo votos de pobreza, há muito disso por aí.
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