Como as galas da tvi também não podem ter tudo de mau, aqui está um projecto que desconhecia e que me cativou.
Ary dos Santos cantado sob os ritmos modernos, sem perder a sua vertente de intervenção.
sábado, 23 de fevereiro de 2008
Macacos do Chinês- gala tvi
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
Actualidade
Estava mesmo agora a ler um artigo num jornal diário online acerca do começo de um julgamento devido ao abuso durante praxes académicas.
Apesar de ser um tema recorrentemente debatido, decidi fazer um post.
A praxe, algo em que eu participei muito pouco, parece-me ser uma actividade útil e de interesse para alguém que chega a um local novo, muitas vezes longe de casa, e está isolado nesse contexto. Nesse prisma, considero que a praxe é bastante útil, que integra o aluno num meio ao qual ele é alheio.
No entanto, e ano após ano, surgem notícias nos meios de comunicação social, de abusos durante a praxe. Penso que isto se deve a uma descontextualização da praxe, da sua utilidade e da relaçao superioridade/inferioridade conforme os anos de permanência na escola. Os abusos são uma constante, sendo cada vez mais a tradição académica alvo de distanciamento por parte dos alunos, com medo do que lhes possa acontecer na praxe, não me parecendo que seja este o objectivo dos praxadores. Parece-me que muitas vezes os ditos seres superiores exacerbam a utilidade e os louvores da praxe, chegando mesmo a extremos que fazem duvidar da sua capacidade de distinguir o razoável.
Do meu ponto de vista, a praxe é útil, uma tradiçao que tem de ser preservada devendo no entanto ser alvo de uma "requalificação" por parte dos doutores que a usam para muitas vezes humilhar alguém que em nada lhes é inferior.Se esses exageros fossem deixados de lado, todos usufruiriam melhor da praxe, livrando-se os praxadores de estereótipos indesejáveis que afastam cada vez mais gente da tradição académica.
Este post é uma mera opinião, de alguém que tão pouco é entendido no assunto!
Cumprimentos,
eu próprio
Apesar de ser um tema recorrentemente debatido, decidi fazer um post.
A praxe, algo em que eu participei muito pouco, parece-me ser uma actividade útil e de interesse para alguém que chega a um local novo, muitas vezes longe de casa, e está isolado nesse contexto. Nesse prisma, considero que a praxe é bastante útil, que integra o aluno num meio ao qual ele é alheio.
No entanto, e ano após ano, surgem notícias nos meios de comunicação social, de abusos durante a praxe. Penso que isto se deve a uma descontextualização da praxe, da sua utilidade e da relaçao superioridade/inferioridade conforme os anos de permanência na escola. Os abusos são uma constante, sendo cada vez mais a tradição académica alvo de distanciamento por parte dos alunos, com medo do que lhes possa acontecer na praxe, não me parecendo que seja este o objectivo dos praxadores. Parece-me que muitas vezes os ditos seres superiores exacerbam a utilidade e os louvores da praxe, chegando mesmo a extremos que fazem duvidar da sua capacidade de distinguir o razoável.
Do meu ponto de vista, a praxe é útil, uma tradiçao que tem de ser preservada devendo no entanto ser alvo de uma "requalificação" por parte dos doutores que a usam para muitas vezes humilhar alguém que em nada lhes é inferior.Se esses exageros fossem deixados de lado, todos usufruiriam melhor da praxe, livrando-se os praxadores de estereótipos indesejáveis que afastam cada vez mais gente da tradição académica.
Este post é uma mera opinião, de alguém que tão pouco é entendido no assunto!
Cumprimentos,
eu próprio
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
Hotel Chevalier

Ex-girlfriend-Whatever happens in the end, I don't wanna lose you as my friend.
Jack Whitman-I promise, I will never be your friend. No matter what. Ever.
Ex-girlfriend-If we fuck I'm gonna feel like shit tomorrow.
Jack Whitman-That's okay with me.
Ex-girlfriend-I love you. I never hurt you on purpose.
Jack Whitman-I don't care .
Da forma como um diálogo consegue marcar um filme e definir uma personagem. Como um filme de treze minutos pode ser enorme e decretar o rumo seguido por Jack Whitman em The Darjeeling Limited. Hotel Chevalier é uma espécie de prólogo no último filme de Wes Anderson e consegue ser tão delicioso como o filme em si. Falta-me a inspiração para lhe fazer justiça mas o objectivo era mesmo só aplaudir este momento delicioso. De resto ele fala por si.
domingo, 3 de fevereiro de 2008
Música Tradicional Irlandesa
Basicamente este post recorda o reconhecimento e a agraciação do Presidente Sampaio a alguem que, apesar de nao abdicar do luxo nem fazer pseudo votos de pobreza, aproveita a sua dimensão para ajudar os outros.
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